A Unova Cursos, em seu curso gratuito online NR 06 – básico, detalha esses cenários para alunos que buscam evolução na área ou desejam atuar com prevenção de acidentes.
O ambiente de trabalho brasileiro apresenta inúmeros desafios quando o assunto é garantir a integridade física e a saúde dos profissionais. As normas de segurança surgem justamente para tornar essa missão possível. Entre elas, uma das mais lembradas é a que trata dos Equipamentos de Proteção Individual, ou EPIs. Entender tudo sobre suas regras, funcionamento e aplicação faz diferença não só no dia a dia do trabalho, mas também na vida de milhares de pessoas e empresas que priorizam a prevenção.
A seguir, este guia vai mostrar, com base nas regulamentações atualizadas, como tudo relacionado a EPIs funciona na prática: desde conceitos e exemplos, passando pelos critérios para seleção até o processo de aquisição, responsabilidades dos envolvidos e as transformações trazidas pelas últimas alterações da norma. Para quem quer crescer na área, cursos livres como os oferecidos pela Unova Cursos aprimoram o entendimento de temas como este e são um excelente complemento para profissionais e estudantes.
O que é a NR 06 e por que ela existe?
A Norma Regulamentadora nº 6, conhecida como NR 06, define as diretrizes para o uso, fornecimento, seleção e manutenção dos Equipamentos de Proteção Individual no Brasil. Seu objetivo é evitar acidentes e doenças decorrentes do trabalho, protegendo cada trabalhador sem, no entanto, substituir medidas coletivas de prevenção.
A legislação foi criada porque, por décadas, o país registrou números alarmantes de acidentes laborais. Situações envolvendo quedas, choques elétricos, contaminações e até fatalidades passaram a exigir regras claras. Segundo dados oficiais divulgados em 2023, o Brasil teve 2.888 acidentes fatais de trabalho em apenas um ano, com destaque para setores como construção civil e transporte. Isso mostra o cenário em que se insere a norma.
Equipamentos de proteção individual: conceito e exemplos práticos
EPIs são todo dispositivo ou produto, de uso individual, destinado à proteção contra riscos capazes de ameaçar a segurança e a saúde no ambiente de trabalho. Eles só devem ser utilizados quando as medidas de proteção coletiva forem insuficientes ou inviáveis no momento.
Proteção individual faz diferença de verdade.
Vale lembrar: o EPI nunca elimina totalmente o risco, mas eleva o nível de segurança e reduz drasticamente chances de acidentes e contaminações. Entre os principais tipos de equipamentos previstos, destacam-se:
- Capacete de segurança: protege contra quedas de materiais e impactos na cabeça, comum em obras e indústrias;
- Óculos de proteção: evita lesões oculares causadas por partículas, respingos de produtos químicos ou radiações;
- Protetor auricular: reduz a exposição a ruídos intensos, bastante utilizado em fábricas e obras com máquinas barulhentas;
- Luvas: protegem as mãos contra cortes, perfurações, choques elétricos, agentes químicos, calor ou frio;
- Máscaras (respiradores): impedem inalação de poeiras, gases, vapores tóxicos e microrganismos, sendo fundamentais para trabalhos com solventes, poeiras e em hospitais;
- Botas: essenciais para evitar ferimentos nos pés, escorregões e contato com agentes contaminantes;
- Cintos de segurança: indicados para trabalhos em altura, prevenindo quedas de trabalhadores.
Cada tipo tem indicação específica de uso, conforme determinado no ambiente e pelas funções desempenhadas.
Quando um trabalhador deve usar EPI?
A obrigatoriedade do uso está ligada à avaliação dos riscos presentes no local de trabalho, realizado pela equipe de Segurança do Trabalho da empresa, e sempre que não for possível neutralizar o perigo aplicando medidas coletivas.
Exemplos comuns onde os EPIs são indispensáveis:
- Em alturas superiores a 2 metros, o trabalhador deve usar cinto de segurança tipo paraquedista;
- Ao lidar com produtos químicos, a empresa precisa fornecer luvas e máscaras específicas para o agente manipulador;
- Durante operações de soldagem, é obrigatório o uso de óculos escuros, avental de raspa e proteção facial adequada;
- Na limpeza hospitalar, luvas resistentes, óculos, botas e máscara para evitar infecções.
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Certificado de aprovação: o que é, quem emite e por que ele precisa existir
Todo EPI comercializado precisa de um Certificado de Aprovação (CA). Esse certificado é um documento emitido pelo Ministério do Trabalho e Previdência que atesta que o equipamento passou por ensaios e foi aprovado segundo critérios técnicos rigorosos. Só assim é possível garantir proteção eficiente ao trabalhador.
O CA é obrigatório por lei. Ele traz:
- Identificação do equipamento;
- Nome e dados do fabricante ou importador;
- Prazos de validade e manutenção;
- Especificação dos ensaios de qualidade aos quais foi submetido.
Para ser considerado legal, todo EPI precisa estar em conformidade com as normas do CA vigente. Caso contrário, sua comercialização é proibida.
Responsabilidades dos envolvidos com EPIs segundo a NR 06
A segurança só é efetiva quando todas as partes envolvidas cumprirem seus papéis. As obrigações estão bem delimitadas e cabem a empregadores, trabalhadores, fabricantes e importadores.
Obrigações do empregador
De acordo com a legislação e a capacitação em segurança do trabalho disponível em plataformas de ensino, a empresa possui deveres essenciais:
- Adquirir e fornecer, gratuitamente, os EPIs adequados ao risco de cada atividade;
- Exigir o uso correto dos equipamentos;
- Treinar os trabalhadores sobre a maneira de usar, guardar e cuidar dos equipamentos;
- Substituir imediatamente o dispositivo quando apresentar dano ou perder a eficiência;
- Orientar sobre as limitações de proteção do EPI;
- Registrar o fornecimento de todos os equipamentos (entrega, reposição e devolução), normalmente em uma ficha individual ou registro eletrônico;
- Responsabilizar-se pelo controle, guarda e manutenção dos equipamentos, algumas tarefas cabem ao trabalhador, mas a política da empresa é indispensável;
- Garantir que os produtos fornecidos possuam CA válido e estejam em boas condições de uso.
Responsabilidades do trabalhador
O colaborador também tem compromissos definidos por lei:
- Guardar e conservar os EPIs recebidos;
- Utilizá-los somente para as finalidades para as quais foram projetados;
- Informar ao empregador sobre qualquer irregularidade ou defeito identificado;
- Participar dos treinamentos e seguir as orientações de uso;
- Devolver os equipamentos ao término do contrato de trabalho.
Obrigações do fabricante e importador
As indústrias e empresas que fabricam ou importam os EPIs respondem por sua eficiência e regularidade:
- Registrar o equipamento, submetendo-o a ensaios exigidos pelo Ministério do Trabalho;
- Fornecer manual de instrução em linguagem acessível;
- Garantir durabilidade e autenticidade do produto informado no CA;
- Certificar-se de que o equipamento possui número de CA regular e fácil identificação;
- Solicitar renovação do certificado antes de vencer o anterior, para não perder o direito de comercialização.
Entendendo o processo de seleção e aquisição dos EPIs
. Este mapeamento considera o tipo de atividade, agentes nocivos e possíveis consequências de cada função.
Nem todo EPI serve para o mesmo risco.
O processo de aquisição segue etapas bem estruturadas:
- Identificação dos riscos presentes;
- Seleção dos EPIs adequados, conferindo o CA vigente;
- Compra somente de fornecedores legalizados e com produtos certificados;
- Registro de entrada e armazenamento dos itens, respeitando as recomendações do fabricante;
- Controle de estoque e validade.
Comprar EPIs fora das especificações e sem CA pode gerar riscos graves ao trabalhador e sanções legais à empresa.
Como é feito o registro de fornecimento dos EPIs no ambiente de trabalho?
A NR 06 determina que cada entrega de EPI seja documentada. Esse registro pode ser feito por meio de ficha individual do trabalhador, livro físico ou sistema informatizado, o importante é garantir que fique clara a data da entrega, o tipo e as características do equipamento.
- Dados obrigatórios: nome do funcionário, função, CBO, descrição do EPI, número e validade do CA, quantidade, data da entrega, assinatura do trabalhador e do responsável;
- Recomenda-se digitalizar o processo em empresas com grande volume de colaboradores, aumentando o controle e facilitando fiscalizações.
Esses registros são exigidos em inspeções do trabalho e servem como comprovação de que a empresa está empenhada em proteger seus funcionários.
Manutenção, higienização e conservação: como garantir que o EPI proteja de verdade?
Um equipamento só cumpre sua função se estiver em condições apropriadas, limpo e bem conservado. Do contrário, pode representar risco e dar falsa sensação de segurança.
A responsabilidade pela higienização de EPIs é compartilhada, mas o empregador deve oferecer orientações e garantir estrutura adequada para limpeza. Algumas recomendações gerais incluem:
- Não reutilizar equipamentos descartáveis ou danificados;
- Limpar luvas, botas e óculos conforme ficha técnica;
- Desinfetar máscaras após cada uso, respeitando os produtos recomendados;
- Armazenar corretamente: longe do sol, umidade e fontes de calor;
- Inspecionar regularmente e descartar itens vencidos ou sem eficiência.
Higiene e conservação prolongam a vida útil dos EPIs e salvam vidas.
Treinamento e capacitação: o papel do conhecimento na prevenção
A empresa é obrigada a oferecer capacitação aos profissionais sobre o uso de EPI. O treinamento vai além de apenas mostrar como vestir o equipamento: deve incluir explicações sobre riscos, limitações de proteção, procedimentos de higienização e instruções de armazenamento.
O aprendizado contínuo reduz comportamentos inseguros e fortalece a cultura de prevenção. Programas de capacitação, como o curso de Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional da Unova Cursos, entregam conteúdos atualizados e práticos a quem busca desenvolvimento na área.
Atualizações recentes da NR e evolução tecnológica dos EPIs
A legislação brasileira de segurança do trabalho está em constante aprimoramento para acompanhar novos riscos, inovações e necessidades do mercado. Nos últimos anos, a Norma Regulamentadora relacionada aos equipamentos de proteção individual sofreu ajustes, principalmente para favorecer a digitalização de processos, ampliar o controle e facilitar a rastreabilidade dos equipamentos.
- Foi definida a obrigatoriedade de registro eletrônico de todas as entregas de EPIs, refletindo os avanços da transformação digital dentro das empresas;
- Os procedimentos de renovação do Certificado de Aprovação foram agilizados, deixando o processo mais transparente e acessível;
- Houve revisão dos dispositivos de proteção para atender a novos riscos, como agentes biológicos, pandemia e exposição a radiações;
- Integração com plataformas governamentais (como o eSocial) para cruzamento de dados e combate ao uso irregular de equipamentos.
Segundo levantamento recente, em 2024 ocorreram mais de 724 mil acidentes de trabalho, sendo grande parte deles em ambientes onde o uso de EPI poderia ter evitado ou minimizado os danos.
Impactos e resultados do uso adequado dos EPIs
O uso correto dos equipamentos de proteção individual proporciona benefícios que vão além do ambiente de trabalho:
- Diminuição significativa dos acidentes e doenças ocupacionais;
- Redução de custos com afastamentos, indenizações e gastos previdenciários, a Previdência Social gastou, entre 2012 e 2018, cerca de R$ 79 bilhões em benefícios acidentários (dados da Previdência Social);
- Menos prejuízo à imagem da empresa, que se mostra preocupada com seu quadro de funcionários;
- Atendimento à legislação e cumprimento das obrigações regulatorias, evitando multas e processos judiciais;
- Possibilidade de queda no número de acidentes fatais e incapacidades permanentes. Entre 2011 e 2021, segundo dados do governo, o Brasil reduziu em 25,6% o volume de acidentes e o setor hospitalar foi o que mais afastou profissionais neste período.
EPI salva vidas e mantém famílias inteiras protegidas.
Orientação para aquisição, controle e registro digital de EPIs
Adquirir, controlar e registrar EPIs corretamente é um diferencial para pequenos, médios e grandes negócios. Veja orientações práticas reunidas por especialistas e reforçadas nos cursos da Unova Cursos:
- Consulte o inventário de riscos atualizado pela área de segurança;
- Compre sempre de fornecedores reconhecidos e exija apresentação do Certificado de Aprovação válido;
- Implemente sistema informatizado ou plataformas digitais para controle de estoque e registros individuais de colaboradores;
- Crie rotinas de inspeções de estado e validade de cada item;
- Digitalize os recibos de entrega e colete assinatura eletrônica dos colaboradores, aumentando a rastreabilidade;
- Integre os dados das entregas à plataforma do eSocial, garantindo a conformidade perante órgãos fiscalizadores.
Para quem busca atualização e conhecimento técnico, inclusive sobre EPI para o setor de saúde e enfermagem ocupacional, o curso de enfermagem do trabalho traz situações reais e exercícios práticos.
Casos em que o risco não pode ser eliminado: o EPI é indispensável
Mesmo em ambientes com avançados sistemas de proteção coletiva, há situações em que os riscos não podem ser neutralizados totalmente. Nesses casos, Equipamentos de Proteção Individual assumem papel central.
- Trabalho em altura com possibilidade de queda ao movimentar-se em estruturas elevadas;
- Lidar com substâncias tóxicas ou agentes infecciosos quando há risco de contato acidental;
- Operar máquinas e ferramentas de grande potência e velocidade;
- Ambiente hospitalar com exposição frequente a sangue, agentes biológicos e secreções contaminadas;
- Exposição a ruídos acima do permitido pelos limites de tolerância;
- Trabalho em espaços confinados ou atmosferas perigosas.
Em todos esses cenários, o não fornecimento ou uso inadequado do EPI coloca em risco não só o profissional envolvido como também sua equipe e terceiros.
Conformidade legal: o que pode acontecer com empresas e profissionais que descumprem a NR 06?
Descumprir a legislação de equipamentos de proteção individual pode acarretar desde advertências e multas até embargo de obras, paralisação de atividades e ações judiciais por parte de órgãos fiscalizadores.
Além da responsabilização administrativa, a empresa pode ser processada civil e criminalmente caso algum acidente aconteça por falta ou uso inadequado do equipamento. O funcionário também responde se agir com negligência ou utilizar inadequadamente o EPI.
Outras normas relacionadas e integração entre NR 06 e outras regulamentações
A proteção individual é apenas um dos pilares de uma política eficiente de saúde e segurança do trabalho. Outras normas, como a NR 10 (trabalhos em eletricidade), trazem orientações específicas para funções e riscos distintos, tornando seu estudo fundamental para o entendimento integrado das obrigações legais brasileiras.
O curso básico de NR 10 da Unova Cursos é indicado para quem deseja complementar seu conhecimento e adotar uma postura ainda mais preventiva.
Melhoria contínua da cultura de segurança: dicas práticas para implementação
Promover um ambiente seguro exige uma abordagem responsável, mas também contínua. Algumas medidas contribuem para o fortalecimento da cultura de proteção individual:
- Envolva membros de todas as áreas em campanhas sobre prevenção e o uso correto de EPI;
- Realize diálogos diários ou semanais de segurança com os times;
- Invista na capacitação constante e incentive todos a reportarem falhas nos equipamentos;
- Reconheça e valorize boas práticas vindas dos trabalhadores;
- Integre os registros para que informações sobre acidentes, incidentes e atuação dos EPIs possam gerar indicadores e tomada de decisão rápida.
A capacitação em segurança do trabalho é um aliado valioso na busca pela redução de acidentes e construção de um ambiente saudável.
Indicadores, resultados estatísticos e importância da prevenção
Os resultados positivos da adoção de EPIs são reforçados pelos levantamentos estatísticos nacionais. Segundo dados do Ministério da Saúde, houve queda de 34,52% em acidentes de transporte relacionados ao trabalho em 2020. Isso aponta que o uso correto do EPI, aliado à conscientização, traz efeitos concretos na vida dos trabalhadores.
Prevenção não custa, ela salva, preserva e transforma.
Conclusão: além do equipamento, construir um novo olhar sobre segurança
A NR 06 é mais do que um conjunto de regras. Ela representa uma mudança de mentalidade no ambiente de trabalho brasileiro, estimulando empresas e profissionais a adotarem medidas de proteção responsáveis, éticas e alinhadas com a legislação atual.
Investir no conhecimento, atualização e controle dos processos faz diferença direta nos indicadores de acidente e saúde ocupacional. A Unova Cursos reforça seu compromisso ao disponibilizar cursos livres, de abordagem prática, que auxiliam profissionais e interessados nesta missão.
Para quem busca oportunidades na área ou deseja manter-se atualizado, acessar o conteúdo da Unova Cursos é o melhor caminho para impulsionar a carreira com base nos pilares da segurança laboral e da conformidade legal.
Conheça os cursos, familiarize-se com a legislação e faça parte de uma geração de profissionais que valoriza vidas e constrói ambientes de trabalho melhores.
Perguntas frequentes sobre a NR 06 e EPIs
O que diz a NR 06 sobre EPIs?
A norma estabelece as diretrizes para seleção, fornecimento, uso e manutenção dos equipamentos de proteção individual, determinando que a empresa forneça os EPIs gratuitamente, em perfeito estado de conservação e funcionamento, para todos os trabalhadores expostos a riscos que não possam ser eliminados por medidas coletivas. Também obriga treinamento, registro das entregas e garantias relacionadas à certificação do produto.
Quais são os principais equipamentos previstos na NR 06?
Óculos de proteção, capacete de segurança, luvas, respiradores (máscaras), protetores auriculares, botas, cintos para trabalho em altura, aventais, máscaras faciais para agentes químicos e biológicos, e vestimentas especiais para proteção contra calor, frio ou produtos perigosos estão entre os dispositivos mais comuns descritos na norma.
Como escolher o EPI correto segundo a NR 06?
A escolha deve ser baseada em uma análise detalhada do ambiente, da atividade desenvolvida e dos riscos aos quais o profissional está exposto. O equipamento precisa ter Certificado de Aprovação válido, ser adequado ao risco e apresentar boa ergonomia, conforto e facilidade de uso. A seleção é responsabilidade do empregador, com suporte técnico da área de Segurança do Trabalho.
Quem é responsável por fornecer EPIs na empresa?
O empregador é legalmente obrigado a fornecer, gratuitamente, todos os EPIs necessários para proteção do trabalhador, além de realizar treinamentos, orientar sobre o uso, garantir substituição imediata dos dispositivos quando necessário e registrar todas as entregas realizadas.
Qual é a validade dos EPIs conforme a NR 06?
A validade do EPI depende do tipo de equipamento e das orientações do fabricante, sempre registradas no Certificado de Aprovação. A empresa deve controlar os prazos de validade e substituir os itens assim que expirar o prazo, se for identificado dano ou quando houver perda de eficiência protetiva.

Fernando Vale é um profissional graduado em Administração e com MBA em Logística Empresarial. Atualmente, é sócio e diretor da Unova Cursos, uma empresa especializada em Educação a Distância (EAD) e Cursos Online. Com mais de uma década de experiência no mercado educacional, Fernando tem se empenhado em levar conhecimento de excelência para milhares de indivíduos em todo o território brasileiro.
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